quarta-feira, 26 de março de 2014

Autopsicografia


 O autor Fernado Pessoua

 
O poeta é um fingidor.

 Finge tão completamente

 Que chega a fingir que é dor

 A dor que deveras sente.

 

E os que lêem o que escreve,

 Na dor lida sentem bem,

 Não as duas que ele teve,

 Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda

 Gira, a entreter a razão,

 Esse comboio de corda

 Que se chama coração.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Um deus inventado


Num dia de muita chuva, nasceu o Thor, um menino deus com poderes fantásticos. O pai que se chamava o Toino Manel que era o pai forte e vingativo. A mãe Maria das Porcas uma mãe activa e que adorava o filho.

Thor era um menino que até tal data nunca se conformou muito com os poderes que tinha. Então um dia há um assalto ao seu planeta natal e os pais morrem. Thor decidido resolva vingar a suas mortes com o seu martelo que o ferreiro fez decide então mantar os assaltantes.

Depois de os matar resolve ir ao planeta terra encontrar um significado para aqueles poderes que tinha. Quando chegou foi para o hotel mais barato e ficou lá dormindo.

No dia seguinte foi dar uma volta e encontrou o Homem-Aranha e ficou a pensar. Então depois foi ter com ele e perguntou-lhe varias coisas, e uma delas era se queria formar uma equipa.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Passei o fim-de-semana numa gruta



Num fim-de-semana fui passear por aqueles corgos com o Teti ao pássaro, abalamos às seis da manhã. O ponto de encontro era lá da minha avó. Já íamos a caminho com as pressões de ar de repente ao longe vimos um bando de pássaros. Eles levara-nos direito a uma gruta que nunca a tínhamos a visto na nossa vida. Armamos as pressões de ar e entramos com cuidado dentro da gruta porque podia estar lá alguma coisa. O Teti vinha atrás e eu vinha á frente de repente vem um bando de morcegos. E de repente ouvimos um tiro de caçadeira rapidamente escondemo-nos atrás de uma rocha apontar para o fim da gruta. De repente vimos um volto e deparamos. Quando fomos ver era uma manta e por trás estava plantas daquelas. De repente ouvimos um carro e despedimo-nos a correr para a casa da minha avó. Depois nunca mais lá fomos.              

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

fui á pesca

Amanhã vou á pesca com o teti ao mar acordei de manha por volta das 4 da manha fomos na casal quando cheguei fui armar as canas tivemos o belo tempo á espera que os sargos caíssem. O teti andava ao robalo estava farto de fazer lançamentos e o peixe não se jugava. Comecei a esmagar sardinha para jugar lá para dentro de água e o peixe começou a vir para ao pé da rocha. O teti já andava lá dentro de água com umas botas de borracha até á cintura de posse de um robalo. Eu já estava farto de apanhar sargos de kg. Chegou au meio-dia fomos almoçar carne assada depois fomos para as rochas fis um lançamento para longe e apanhei um tubaralhas-me era um peixe esquisito deu muita muta o fio até zunia. O teti tinha medo de ir lá dentro entretanto fui eu lá dentro e fomos para casa